terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Caminho pela linha certa.



Buscando o caminho da evolução
Pensei em cair por diversas vezes
Depois de tanto caminhar
E nada encontrar
Pensei em desistir
Mas o Universo reservou um presente pra mim

No meio de uma dança sincrônica
Meu futuro virou presente
Minha percepção já não ausente
Cativou com todo amor
Aquilo que desde que nasci já era meu

Sem disturbios, sem deturpações

Só um coração aberto e uma alma feliz

Receptivo
Me encontrei no mundo.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Diversos "eus" em diversos dias.

E penso que mudei tando
Se penso, logo mudo
Logo existo
E já não me enquadro
Nesse mundo 
Meio torto
Mas esguio 

A percepção se abriu de tal forma
Que na minha volta o tempo inerte
Se reflete em vontade de ser
E não na ação de tentar

Pois sim
Já tentei amar
Costumo abraçar
Preciso sorrir
E menos chorar
Isso tudo pra mais tarde mudar

[de novo]

E novamente terei de afirmar
Pra no mundo se encaixar
Como se eu tivesse nascido
ou Re- nascido
hoje mesmo...


Como que acaba isso tudo?

terça-feira, 19 de novembro de 2013

De frente com tantos caminhos me dou conta que andei na contramão.

Um recomeço
Ou apenas mais uma prova de que não fui capaz

[incapaz]

A muito que já larguei aqueles estudos
A muito que já me desprendi dos trabalhos
A muito que me desapeguei que tudo que é exaustivo
ou trabalhoso

Faz muito tempo que me desliguei daquele "mundo"
E mesmo que eu viva sem roteiros
Sem planos

não

Eu ainda não consegui atingir meu nirvana.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O fim.

Já não consigo compreender
De que forma posso reverter tais situações
Quando olho pra você é como se eu me deparasse com uma folha em branco
Mas isso nunca foi problema pra mim
Mas parece que agora não consigo te recriar

Eu sei,  eu sei
Que deveríamos conversar
Tentar mudar
Transgredir
Re-acreditar

Mas veja querido
As borboletas já não surgem no meu estômago
Quando toco em você.

Jilted Lovers

Eu estou cansado
De um amor com jogos
Eu não estou ouvindo
Mais nada
Feche os meus olhos
Apoie sua cabeça nas minhas mãos
Silenciosamente
Escondendo uma vez

Amante rejeitado
Dormindo na agitação
Como é que vamos
Sobreviver para fazer as pazes?
Combater as mentiras
Vozes em minha cabeça
Aumentando
Eu sou uma bagunça



[Jilted lovers - canção de The Naked And Famous]

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Te enxergando do avesso.

Um gosto amargo sai do meu coração e se acumula na minha boca
Atitudes loucas
De quem jamais esperei

Eu esperei demais, por algo não virá a vingar
Algumas doses de ilusão
E algumas tragadas na tristeza
Tentei com certeza te concertar
Te concentrar
Te explicar
Que somos infinitos

[éramos]

Mas é que ali se consumou o ato final
Da tua maldade sem limites

Eu também já não quero ter limites
Quero ser pleno
infinito

Com meu amor maior do mundo
Com meu coração capaz de abrigar três vidas inteiras

Amar não deveria ser problema
Pras almas que não são pequenas

Acredito que tu estejas longe de ser meu gigante protetor
Tu é um pequeno catalisador de dor.

Em qual canteiro de flores tu jogaste o meu amor?

Eu já nem sei
Se eu deveria voltar
Pra'queles dias diferentes 
Que se tornaram iguais

Eu já nem sei
Se eu devo tentar
Navegar nesse mar
Sem nunca parar

Eu deveria era parar de exaustão
E mergulhar na mais profunda escuridão
Desses oceanos abissais 

Quiseste por tua vontade
Soltar minha mão
Mas se um dia precisar
Jamais te deixarei dormir no chão

Mas não pense que eu faço isso
Por te amar
Eu faço só o que é preciso
Pra humanidade caminhar

Mas eu lhe pergunto
Amigo

Em qual canteiro de flores tu jogaste o meu amor?

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

"A gente aceita o amor que acha que merece"

Não sei onde te encaixo, porém prove...


Tome um pouco das minhas ilusões pesadas
Eu sei, eu sei
todas criadas
a partir de mim mesmo

Porém fiquei a esmo
De tudo aquilo que achava sentir

Novamente
Tome um pouco das minhas ilusões pesadas
Todas criadas a partir de ti
Que vem e que vai
Sem ao menos dizer adeus, ou que vai voltar

Prove das minhas (des) ilusões
Sinta o gosto adocicado 
Com leve tom amargurado
Porque não quis me prender ao veneno

Não interessa meu nível alcoolico 
Não interessa o quão lisérgico se pareça
Ou a quantidade de THC que se concentra

Nenhuma substância retrai ou adormece
Meu coração inquieto
machucado, ferido
e por isso discreto

Tu faz parte de todas as minhas alusões, ilusões ou realidades

Todas pesadas demais.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Eu te amei, mas hoje não.

Te ver hoje
Terça
ou
Quarta

Já não faz diferença
Não me faz mais crença
De voltar a te ter na minha rotina

Tua imagem gravada em minha retina
Se desbotou com o passar dos meses.

Nem a minha mente sabe o que é bom pra mim.

Eu tentei testar minha criatividade
Te inventando
Recriando
Mas eu gosto de você

De você

Não do "você" que eu tentei inventar

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Corpos entrelaçados atravessando a aurora.

Tudo começa num toque
Choques elétricos explodem na minha pele

De lá pra cá
De cá pra lá

Um beijo
Uma mordida
Um abraço
Um "eu te amo" aleatório
Um riso mal contido
E se conter pra quê?

Pra quem?

Soltos & Juntos

Se conhecendo
Se perdendo 
Até que a luz do Sol
Nos atinja.

Uma nova vítima por favor.

Eu só to confuso
Perdido
Faltando um parafuso
E só to distante
Bem mais que antes
Só quero que a vida ande
E que mais adiante
Voltemos a rir


Qual coração
Tu vai
Quebrar?

O que é paixão?

Um lápis na mão
Uma folha
E 0% de exaustão

Deixei de tentar decifrar 
O que é paixão?
Se não doença que ataca o fígado e o coração

trás insanidade à mente
te deixa dormente
te traz ilusão

Carta de mim pra mim.

Encontrei todas as respostas no silêncio
Assim tão simples, e por isso complicado.
Resolvi deixar de lado
Todos os casos inacabados

[Renasci tantas vezes na mesma vida]

E aqui estou eu
No silêncio que responde aos desesperados
Prometendo
Não mais pecar
E mesmo que mais além eu volte a errar
Novamente vou voltar a pensar
Que renasci tantas vezes na mesma vida

Mesmo sabendo que não mando no mundo
Vou resolver ficar mudo
Pra ver se as dores param de latejar

E amar vou parar de tentar
Pra ver se um dia acontece sem eu esperar
To vendo a vida com meus olhos
Sem pretenção ou segunda intenção

Renasci...

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Deixei pra trás as bagagens


Acho que vou deixar pra lá
Todas as coisas que um dia eu quis levar

Aqueles sóis
Aquele mar
Todos os pores
os amores
as dores
Vou deixar pra lá

Todo o sorriso
e o choro
sendo que assim
eu posso enfim recomeçar 
a me amar
mais
pra mais
de mim.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Em dias de ressaca de amor, posso ver tudo claramente.


A euforia passa
E me dou conta
De que as coisas foram ilusórias
De que nunca me deste esperanças

Mas não pense que eu parti
Por te amar menos

Quem deixa ir tem pra sempre?

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O universo te força a ser feliz sozinho as vezes.


Saindo correndo
Em meio a florestas desconhecidas
conhecidas por alguém
que não por mim
conhecidas por alguém 
Que ao meu lado não quis caminhar

O vento que bate nos meus cabelos
é sinônimo de liberdade
E dessa sensação quero jamais esquecer
Pra mais tarde poder continuar
correr
Por florestas já conhecidas
Desbravadas por mim
Sozinho
Porque aquele [des]conhecido
comigo não quis caminhar

A necessidade do retorno.

E então você se acorda deslocado
Se sentindo menos amado que o dia anterior
A vontade de renovação
Não acompanha a vontade do tempo

Isso não indica sofrimento
Só uma dose maior de pensamentos
Para se firmar sem surtar de um jeito histérico 

Acho que eu estava tentando alcançar meus objetivos
Andando pelo caminho errado
Mesmo que no final todas as linhas se cruzem
Acho que escolhi por provações maiores
Pra provar não sei oquê
Pra não sei  quem

[acontece que sou humano]

Um erro aceitável

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Recriando cenários antigos, renovar-se é arte universal.

 
Foi tudo implícito
O sentimento é utópico
O tempo foi nostálgico
E o destino: generoso
 
Uma linha tênue de pensamentos me distrai
Um que leva a outro
Formando uma teia que começa a se embaralhar
 
A vida não será mais a mesma
A transformação se aproxima
A vida não é luta
É dança
 
Sincrônica e natural
 
Entre o meu bem e o meu mal
Eu fico na linha tênue
Fico na dança
Com sentimentos utópicos
Com intemporalidade nostálgica 
Dando forma a tal mágica
De nascer
RE- nascer
E se adaptar
 


Encalço

 
Num estado infinito e controverso
Tentei colocar em meus versos
Coisas que mais tarde me fizessem sorrir
 
Não breve seja tarde
Continuo com a parte
Que pesquei de ti
 
Quisera prender aquilo que não era real
Pra nenhum dos todos [nós]
 
Desenrola
&
Enrola
O nó mental.
 
Parece banal
 
...Acho que de fato é...
Me enrolei


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Epílogos e finais

 
Imune as tuas idas e vindas
Se hoje me ama
Amanhã me odeia
 
Me ama e me odeia
Simplesmente por eu existir
Novamente vivemos entre os extremos
Parece que jamais conseguimos encontrar um meio termo
Parece que nunca conseguimos manter uma distância confortável
 
...
 
[prólogo]:
    - Te amo
    -Eu também
 
Ambos se acolhem nos braços e abraços um do outro...
 
[final aparente]:
    -Oi
    -Oi
 
Ambos se abraçam e não sentem os braços calorosos um do outro...
 
...
 
Talvez semana que vem a história  seja outra
 
 



Ato des(necessário?)

 
Tudo muito casual
corpóreo
 
...usual...
 
História engraçada
Entre dois corpos
Que viveram no oposto da atração
 
Mito ou verdade
Deixei a ideia
De que os opostos se atraem
Guardada num canto lá no fundo

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Já estava escrito

 
Parece que de alguma forma
Tudo tem seu roteiro
Com seus momentos derradeiros
De puro romantismo
 
 
Mas como num impasse
Todos os roteiros chegam ao seus finais
 
{Amor}
 
Como novela programada
Que não  se prorroga por mais de 3 meses
1 mês e meio de puro amor
1 mês e meio de mórbida dor
 
É assim
 
Acho que gostaria de viver às margens de vida
Quisera eu então ser marginal
 


terça-feira, 8 de outubro de 2013

9 dias


E parece que todos os finais
Se cruzam 
E se parecem

...Todos os amores desaparecem...

(9 dias)

O fato consumou-se com um abraço
Meio apertado
Meio sem querer largar

Mas me desprendi

Depois de 9 dias
Continuo vivo

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Milagrosamente falando...

 
Ô minha Santa
Me ajuda a superar esses traumas...

Desisti da imagem do "SOU FELIZ"

 
A vida é bela
É eu sei
Eu sei que ela é digna de ser vivida
Que viver por si só já é um milagre
 
Mas acontece que sou triste
 
 
E tal ideia exprime todo o meu ser`
É patético
Porém real.

Autobiografico demais.

Uma lágrima escorre pelas maçãs lisas do rosto dele.
Dois dias! Dois dias e parece que eles conheciam um ao outro como (des)conhecem a si mesmos.  O outro passa o polegar esquerdo em cima da lágrima. Quer aniquilá-la.
Mas logo em seguida vem outra e outra e então as pontas de seus dedos estão todas também encharcadas, e as lágrimas não páram de rolar abaixo e pingar na clavícula, no peitoral magro pouco sedutor. Ele força as pálpebras umas contra as outras, na tentativa de manter-se acordado. O outro fala em tom de sussuro tudo aquilo que ele já sabe, mas não tem resposta para. Eles precisavam exatamente um do outro, daquele exato jeito em que se encontravam, naquelas exatas formas que criaram juntos. Ele achou tudo tão mágico e humano ao mesmo tempo, que nem essa clara contradição pôde extinguir o que aconteceu. Não pôde eliminá-la. Um e outro sorriso preenche a sala.
"Posso deitar no seu colo?" O outro  passa a mão por entre os cabelos cacheados e observa a parede branca para a qual estrategicamente aponta o sofá de dois lugares. Ontem, hoje e amanhã; Agora e outros tempos se misturam, convivem juntos em histórias narradas, em momentos de se perder no passado, de projetar futuros que os satisfaz.

Uma bolha utópica os rodeava. Uma história que não poderia ser nada além do que foi. Se permanecer, não será mais a mesma, se explodir, frágil composição que tem, deixa aquele gosto de quero mais. Até onde poderia ser mais? Ele dorme, enquanto o outro  olha pela janela, deita-se ao lado, bebe um café. O outro transita, está aqui e ali. Mais ali, agora. "Eu não queria que fosse assim, sabe?". Volta pra cá. Trocam olhares de cumplicidade. Ele esfrega os olhos com uma mão, afugentando os sonhos que se misturavam com a sala-de-estar. Deixa pingar o que pertence à sua imaginação. A outra mão não parou o ir e vir carinhoso, desesperado para acalentar, menos eficaz do que ambos gostariam.
Se abraçam quando no ponto de ônibus. Trocam sinceros "Você é lindo" e "Não perca isso nunca!". Agradecem, como se não fosse para ser assim sempre. Como se as relações não devessem ser ricas, completas, sensíveis, íntegras assim.
Nunca mais.

Doeu menos.

 
Tornei livre
Aquilo que eu quisera prender
 
E a liberdade
Me pareceu melhor
Que o abandono

A espera de algo.


Eu continuo esperando
Não sei ao certo pelo o quê 
Mas estou esperando...
Esperando um amor talvez
Esperando um reconhecimento
Pelo o quê?
Não sei

Na minha atual posição 
Nada do que fiz me parece digna de tal {re}conhecimento
Ainda estou é procurando um lugar pra me situar nessa grande teia de relações
E que relações!!!

Achei que ia morrer antes de chegar à praia
Não morri
Tanto que continuo aqui

        [...esperando
                                                                             
                                                                   só não se sabe ao certo pelo o quê...]

Na minha cabeça nada parece novo
Nem velho
nem nada

E é aí que tudo se contradiz
O nada é vazio
Mas o vazio não é o 'nada'
O vazio seria iluminação
Chego então
à conclusão

De que seria eu
Uma contradição?

~ Mórbido ~
É assim que me sinto

~ Morto ~
É assim que me vejo

Mas não
Eu não morri

Mas eu continuo aqui
{esperando}
Não sei ao certo pelo o quê...

...Talvez eu saiba...

Casos e acasos de uma vida privada.


Pronto!
Me levantei
Acendi um cigarro
Beberiquei um pouco de cafeína
Acho que já posso começar os "trabalhos"

Logo vejo que mudei
O meu foco mudou
O antigo andava desfocado demais...

Acho que aprendi a ser prático
Hoje escolho cortar as coisas que só "vem"
mas que não me "trás" nada.

Desapego que não passa de utopia
Vivo aqui à minha própria regalia 
Até que a alegria
Possa voltar então.

E eu fico no aguardo
Da tal felicidade encomendada
que anda demorando...

[Acho que os correios estão de greve]

domingo, 6 de outubro de 2013

Acorda amor.


É que a gente imagina a vida
Complicada demais

A gente complica o simples
E acha o simples complicado
Mas tudo é um problema
Mal formulado

E se foi acaso
Por acaso eu não creio
Eu só tenho receio
Por você que vive assim
Sendo feliz sem ser
Sorrindo sem querer



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Se o tempo é arte, vamos ser artistas!!!


Defina nostalgia
Se não agonia
de viver no passado
E não poder estar lá...

O Sol bate na janela
lá fora...
Quem somos nós?

Talvez nenhum sentimento
Seja estranho
Não mais...

Mas a princípio estamos desacostumados
E ainda sim desajeitados

[delírios]

Momentos corriqueiros
Tornam-se atípicos
É normal se sentir assim?

["normalidade"]

O tempo já deixou de ser virtude
Tempo é arte
T (E)=A

A vida do lado de fora vai bem.


Dia calmo
Temperatura agradável
Pensamentos aceitáveis

(porém)

Coração inquieto.

Expectativa ou certeza? Não sei...


Já na madrugada
Deito em minha cama
Acendo um cigarro
Penso em suas palavras:
"Jamais deixaremos de gostar um do outro porque nos amamos"
O sono vem
Durmo com a certeza que lhe verei amanhã

Meu coração se sente aquecido.

Tua integração na minha vida...


Nossas intenções 
não passam de ações
pra tentar afastar todo o mal

We are the sun
We are the moon

...

Nós somos tudo
E não possuimos nada
Nem precisamos
A gente vive
No lugar de existir

A gente não questiona muito a vida
Embora eu questione um pouco
Não vejo a mesma preocupação nos seus olhos
Isso é bom

Não gostaria nunca de ver teus olhos injetados de preocupação.
A gente é união
de coração

E ficamos feliz por isso

[eu fico]

Acho que as vezes eu falo por você...

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Refleti na madrugada...

 
 
Acho que tentei ser bom pra todo mundo
Mas acabei ficando em falta comigo mesmo
Sendo assim
Eu me levanto dessa cama
Me debruço sobre a sacada
Acendo mais um cigarro
E encaro uma cidade exageradamente iluminada...
 
Parece que todos sofrem de insônia
Ou é só falta de amor
O amanhecer que se aproxima é leve
Infelizmente é breve
 
[Os dias não são feitos pra mim]
 
De todo jeito
Resolvo me recolher junto com a noite que se vai
Pra dar espaço pro Sol brilhar
 
Deito e descanso
E mergulho num sono sem sonhos.
 
 


sábado, 28 de setembro de 2013


Aquela flor despedaçou 
desprendeu
despencou
apodreceu

...morreu...
 E da sua "morte"
nasceram mais duas flores vermelhas :)



Eu quero me re-inventar
Me re-conhecer
Me re-encantar

Me re-encontrar...



Ele descobriu o amor-próprio
E conseguiu viver só...






sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Eu não morri de amor.


Eu só vim pra te falar
Das coisas doces 
Que sim
Guardei pra ti

E mesmo com aqueles fantasmas do passado
Me cercando a todo instante
Eu consegui ficar de pé
No meio do furacão.


Eu não deveria dar tal importância pra isso
Mas sempre aquela velha esperança continua lá
No mesmo lugar
Eu tento não pensar
Para que atrás dela eu não vá.

Eu já não me sinto triste
Nem seguro
Mas esse se parece um momento oportuno
Pra deixar essas histórias pra lá
ou aqui...

Eu só quero algo que me faça mudar
Quero uma nova opção
Que me faça repensar 

Viver?
Acredito que estou fazendo isso errado
Mas eu acho que isso se deu
Por eu não ter tentado
Te apagar de vez de mim
Tanto que ainda te encontro
Nos lugares boêmios
Inusitados...

E a maior das surpresas 
Foi ter achado que eu já havia morrido 100 vezes
Porém não

Eu não morri de amor.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Parte da tua dor já foi minha.


Uma lágrima sempre cai toda vez que você vai embora
Essa é uma das outras tantas dores
Que eu curaria

Se eu pudesse aliviar seu coração ao menos uma vez...
Eu o levaria pra um lugar onde pudéssemos viver de novo.

Essa história não tem título.


É engraçado como ele sentiu
Que um dia depois, o outro o  deixaria
Ele só não entendia
Como que viveria
Depois

Amor de dois
Sobrou um
Contou a história
E não sorriu

...O moço não tinha motivos pra isso...

Ele só sabia chorar
De manhã, de tarde ou a noite
A cama era seu único lugar...

De vez em quando o Sol tentava
A ele reanimar
Mas em dias de chuva, esses sim eram os piores
Porque dos momentos tristes
Esses ele só sabia lembrar.

O moço continua por aí
Sem saber o que fazer
Sem saber pra onde ir

O outro
Também continua a existir
Deve ter a mesma percepção
De querer ser livre
Mesmo que a tal liberdade
Prenda em silêncio
Um outro alguém.

Vou fazer cena, só pra ser tema desse teu compor...


[...O vazio que de ti transparece
    Me entristece.

Mas já não me afeta mais meu bem
Porque antes era amor

E esse sentimento
Só espera o momento
De te fazer ver
Que eu não existo pra lhe fazer mal

...

Só o amor deveria bastar
Só o amor deveria curar...




Mas não curou nós dois...]

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Onde falta um, não existe o outro.


O hoje 
Já é melhor que o ontem
Pois é...
Ser feliz é uma busca constante
As vezes exaustante 
Quando o sorriso falha
Aposte
A dor será excrucitante
Assim como o escuro é a falta da luz
A tristeza é a falta de amor.

Shine Yellow


Parece que hoje o Sol resolveu me buscar
Mas eu sei que o sorriso que brota
Vai demorar pra retornar
Com todo seu brilho e esplendor
Mostrando pro resto do mundo
Que sim!!!!



Eu voltei a ser feliz.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Já dizia Cícero:


...Ninguém vai dizer
Que foi por amor
Todos vão chamar de derrota...

Ficando ou saindo, ainda assim não me sinto infinito.


Quem garante
Que seguindo adiante eu possa enfim viver?

Sem me comparar
Sem me entristecer 
Sem tentar mudar
Sem poder entender

Não dá
Eu vou ter que sair pra voltar

Me ver
Me achar
No seu  olhar
Pra entender o que é gostar.

Assinado eu {Tiê}


Me despeço
Dessa história
E concluo 
A gente segue a direção
Que o nosso próprio coração mandar

E foi pra lá...
E foi pra lá...

Hoje só reina meu pseudônimo.


Senti falta de mim
Do que era antes de ti

Mudei o foco
E me afundei mais...

Seria verdade que os fins justificam os meios?


Quando vê meu problema é pensar demais
Tentar de qualquer jeito conquistar a paz
Aquele coração mole, se solidificou aos poucos
Amargurado
Olho pra trás
Mas no final o erro apontado
Se deu por eu ter desejado
Ser feliz a qualquer preço
Mas sem apreço
nem apego
Lembrei de ti
E esqueci de mim.

Pois é
Foi muito triste o fim.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Me perdi entre os extremos.


Cadê eu?
No incio era uma infinidade de opções
Fiquei feliz

Hoje me perdi em mim mesmo
Eu não sei se é verdade
Se foi fato
Ou se foi falado
Não sei

Um coração quebrado
Um espírito carregado
O que posso fazer pra acabar com tudo isso?

Dizem que Deus nunca fecha uma porta
Sem antes abrir uma janela

Mas acho que o destino foi irônico 
E quando achei que estava numa "casa"
Na verdade havia caído num poço

A tal janela que Deus deveria abrir
Era na verdade a tampa do buraco
E essa foi selada pelo diabo.

Poço das preces.


Que o tempo não te segure
E que eu não te prenda
Que eu não crie a expectativa
De te sonhar e não lhe ter

Que eu não me fruste 
Por não ter alcançado
Mas que eu tenha pensado
Que sofri
E aprendi

Que o nosso amor seja livre
Que sejamos então
livres juntos

Porque dessa vida 
Eu não levo nada
Só aquela poesia inventada
Que num entardecer
Eu fiz pra ti

Dom que nasce e não se aprende.


Da onde que falaram
Que os poetas estudaram 
Pra poder poetizar?

Tudo se parece mas não condiz com o mesmo...


Me dê a mão
Não chame o meu amor de prisão
Mas tens razão
O que eu tenho já não se parece com um coração...

Mas então,  meu bem
o que existe entre o desejo e o não-poder?
Entre o ir e o vir?

Nós ficamos no meio
O 8 ou o 80 já não existe mais
O meu amor não é prisão
E o teu amor não é um cais
Aportei a onde então
Se não na ilusão?

Nós buscamos independência.


A beleza de ser quem tu é
Mudando o universo com a força da fé

Andando sempre em frente
Com o coração quente
Com uma força latente
Que brota e florece ...

{{Aquece}}

E desconhece
As tristezas desse mundo

Troca justa.


Eu dava tudo aah...
Até o meu violão
Eu dava tudo aah...
Pra visitar teu coração.

Teu jeito muda com a hora.


Sentimentos parecem inexistentes  
Ao nascer do Sol...

Veja bem
de manhã
o ruim
és Tu!

sábado, 21 de setembro de 2013

Amor de letra e não de ação.


Diz que minhas palavras
Não condizem com minhas ações

Mas as vezes parece
Que você esquece

Que meu amor é poético
E não prático.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Metáfora do " Corte & Costura".

O coração já virou um remendo
de tanto costurar amor.

Nota explicativa sobre o ato de "partir".


A dor da partida
É como esperança perdida
De quem antes sorriu

A dor da partida 
É como ferida
Que cicatriza e não cura

A dor da partida 
É como batalha  sofrida
Travada por quem resolveu mudar

[A dor da partida...]

É parte da dor
De toda uma vida

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dizem que de 7 em 7 anos, a gente muda...


Uma mudança atípica
Tornou-se relativa
Ao sentido de escolha
Que reina sobre nós

A quietude é lembrada
Por quem vê de fora
Aquele que só observa

Mas todos vivemos
Ao invés de só existirmos 
Vivemos de livre-arbítrio 
Óh glória
Glória que revigora
A vontade de luta
Por aquilo que é nosso

domingo, 15 de setembro de 2013

Poeta de que, pra quê?


Quis ser poeta
Pra nomear o que sinto
Se penso
Logo existo

É complexo
Mas é meu
É eu..

Tudo é real
É físico
Tens força total
"eu-lírico"

Seria metódico
Ou improvável
No sentido conotativo
Não existe substantivo 
Que se torne mais explicativo
Que o ato de amar...

O encostar do seu dedo na minha pele.


Que o nosso toque
se desdobre
se desfoque
se desenrole

Tarde fria
Coração quente
Você me amaria mais
Caso de manhã, na sua escova
Já encontrasse a pasta de dente?

O convite da felicidade foi dado
Com o tempo ficou calado
Sentimento abstrato
Que abstrai
E transmuta...

Teu toque
Quente e profundo
Acalma
Trás calma pra alma
E alimenta minha esperança...

Teu toque enérgico
Que já me parece familiar
Como quebra-cabeça
No nosso abraço
Nossos braços
Já sabem seu lugar.

Me tens
E lhe tenho

Livremente
Liberté

Ordem sincrônica natural.


A partilha do bem comum
Somada ao desejo de viver
Viver o delírio
A loucura
De alma
De corpo
Dos dois

Unificação majestosa e esplêndida do universo
Pertencemos a um céu
Temos nosso lugar ao Sol
Somos livres do pecado do "não-arrisque" 

Somos humanos
Somos irmãos
 E com plena gratidão
Exibimos tal expansão 
De uma percepção já aflorada...

sábado, 14 de setembro de 2013

Teu olho castanho.


Seus olhos castanhos
Já não me parecem estranhos
Penso neles e penso em sonhos

Te quebrei um galho
Ou  coração?

Teus olhos, aah...

Teus olhos me remetem a solidão.

Roteiro de quem já amou.


Fui autossuficiente
De nada mais precisei
Mas eu estava ciente
De que um dia tudo poderia retornar

Quando menos esperei
Sentimentos passados resgatei
Num novo mar de emoções
Eu mergulhei
Nadei...

Novamente, sim...

        [Eu amei]

O parto das ideias

A consciência 
Parece ja não ter ciência
Das novas percepções que me arrebatam

Uma nova vida
Uma nova chance
De transformar 
As loucuras que eu mesmo criei

Na minha mente as coisas passavam
E giravam
Com o corpo já alterado
Eu dizia:
"apenas mais um gole"

Fui arrebatado por mim mesmo
Não reconheci meu sub-consciente
Que gritava
Almejando atenção

Não consegui entende-la
Eu era jovem demais
Procurando um cais
Um lugar melhor pra se viver

É verdade o que dizem
Sobre o inferno
E a Terra...

É... O inferno é aqui.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Mantra da água...


Oushadhin Jahnavi Toyam
Vaidyo Narayana Harihi.

A água tocada pelo espírito de Deus
é o melhor remédio,
Porque Deus é o melhor remédio

OM

Des-rimando



 Eu vivo o meu delírio
Pra alguns eu  sou mais "um"
Pra outros eu sou "eu"

Os problemas de inércia
A mim? Não afeta...
Só recupera tudo o que passou

Um sorriso singelo
Num céu amarelo
É tão refrescante
Quanto água no calor

Eu vivo a loucura
De escrever um poema
E a rima não rima
porém..
 Foda-se  

O importante é o que sinto
Em momentos desiguais
Como esse ou como qualquer outro...


Poética do rio.

 
        O rio
        Alcança seu objetivo
        Porque tem como incentivo
        Aprender a contornar
     
        E esperar...

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Poesia

 
  Significado de poesia: 
 
    s.f. Arte de fazer versos.
    Cada gênero poético
    Obra em verso, poema
    Característica do que toca, eleva, encanta. Forma especial de linguagem, mais dirigida à imaginação e a sensibilidade do que ao raciocínio. Em vez de comunicar principalmente informações, a poesia transmite principalmente emoções.

   Sinônimos de poesia:
   
   Sinônimo de poesia: trova e verso.

   Definição de poesia:

  Classe gramatical de poesia: Substantivo feminino.
  Separação silábica de poesia: po-e-si-a.
  Plural de poesia: poesias.

Poética de amor livre.

 Com amor
 E sem pudor
 Vivendo com apreço
 Cada momento
 Desse sentimento
 Que mesmo grande
 É livre
 Caloroso
 E não gélido

Novo tempo a cada dia

    Jamais podemos esquecer
    Que sempre, independente de qualquer cisrcunstância
    Sempre é tempo de recomeçar...
    Estamos livres
    Tu sempre fostes
    Mas e eu?
    Eu estava com pensamentos absurdos
    Idealizando compromissos inexistentes.
    Parecia, mas nada era inconsequente
    Era somente
    Uma vontade ardente
    De te amar...
    Mas se já passou
    E um outro dia amanhaceu
    Então porque novamente não escolhemos nos entregar?
    Deve ser mais fácil
    Do que simplesmente
    ... aceitar ...