sábado, 28 de setembro de 2013


Aquela flor despedaçou 
desprendeu
despencou
apodreceu

...morreu...
 E da sua "morte"
nasceram mais duas flores vermelhas :)



Eu quero me re-inventar
Me re-conhecer
Me re-encantar

Me re-encontrar...



Ele descobriu o amor-próprio
E conseguiu viver só...






sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Eu não morri de amor.


Eu só vim pra te falar
Das coisas doces 
Que sim
Guardei pra ti

E mesmo com aqueles fantasmas do passado
Me cercando a todo instante
Eu consegui ficar de pé
No meio do furacão.


Eu não deveria dar tal importância pra isso
Mas sempre aquela velha esperança continua lá
No mesmo lugar
Eu tento não pensar
Para que atrás dela eu não vá.

Eu já não me sinto triste
Nem seguro
Mas esse se parece um momento oportuno
Pra deixar essas histórias pra lá
ou aqui...

Eu só quero algo que me faça mudar
Quero uma nova opção
Que me faça repensar 

Viver?
Acredito que estou fazendo isso errado
Mas eu acho que isso se deu
Por eu não ter tentado
Te apagar de vez de mim
Tanto que ainda te encontro
Nos lugares boêmios
Inusitados...

E a maior das surpresas 
Foi ter achado que eu já havia morrido 100 vezes
Porém não

Eu não morri de amor.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Parte da tua dor já foi minha.


Uma lágrima sempre cai toda vez que você vai embora
Essa é uma das outras tantas dores
Que eu curaria

Se eu pudesse aliviar seu coração ao menos uma vez...
Eu o levaria pra um lugar onde pudéssemos viver de novo.

Essa história não tem título.


É engraçado como ele sentiu
Que um dia depois, o outro o  deixaria
Ele só não entendia
Como que viveria
Depois

Amor de dois
Sobrou um
Contou a história
E não sorriu

...O moço não tinha motivos pra isso...

Ele só sabia chorar
De manhã, de tarde ou a noite
A cama era seu único lugar...

De vez em quando o Sol tentava
A ele reanimar
Mas em dias de chuva, esses sim eram os piores
Porque dos momentos tristes
Esses ele só sabia lembrar.

O moço continua por aí
Sem saber o que fazer
Sem saber pra onde ir

O outro
Também continua a existir
Deve ter a mesma percepção
De querer ser livre
Mesmo que a tal liberdade
Prenda em silêncio
Um outro alguém.

Vou fazer cena, só pra ser tema desse teu compor...


[...O vazio que de ti transparece
    Me entristece.

Mas já não me afeta mais meu bem
Porque antes era amor

E esse sentimento
Só espera o momento
De te fazer ver
Que eu não existo pra lhe fazer mal

...

Só o amor deveria bastar
Só o amor deveria curar...




Mas não curou nós dois...]

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Onde falta um, não existe o outro.


O hoje 
Já é melhor que o ontem
Pois é...
Ser feliz é uma busca constante
As vezes exaustante 
Quando o sorriso falha
Aposte
A dor será excrucitante
Assim como o escuro é a falta da luz
A tristeza é a falta de amor.

Shine Yellow


Parece que hoje o Sol resolveu me buscar
Mas eu sei que o sorriso que brota
Vai demorar pra retornar
Com todo seu brilho e esplendor
Mostrando pro resto do mundo
Que sim!!!!



Eu voltei a ser feliz.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Já dizia Cícero:


...Ninguém vai dizer
Que foi por amor
Todos vão chamar de derrota...

Ficando ou saindo, ainda assim não me sinto infinito.


Quem garante
Que seguindo adiante eu possa enfim viver?

Sem me comparar
Sem me entristecer 
Sem tentar mudar
Sem poder entender

Não dá
Eu vou ter que sair pra voltar

Me ver
Me achar
No seu  olhar
Pra entender o que é gostar.

Assinado eu {Tiê}


Me despeço
Dessa história
E concluo 
A gente segue a direção
Que o nosso próprio coração mandar

E foi pra lá...
E foi pra lá...

Hoje só reina meu pseudônimo.


Senti falta de mim
Do que era antes de ti

Mudei o foco
E me afundei mais...

Seria verdade que os fins justificam os meios?


Quando vê meu problema é pensar demais
Tentar de qualquer jeito conquistar a paz
Aquele coração mole, se solidificou aos poucos
Amargurado
Olho pra trás
Mas no final o erro apontado
Se deu por eu ter desejado
Ser feliz a qualquer preço
Mas sem apreço
nem apego
Lembrei de ti
E esqueci de mim.

Pois é
Foi muito triste o fim.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Me perdi entre os extremos.


Cadê eu?
No incio era uma infinidade de opções
Fiquei feliz

Hoje me perdi em mim mesmo
Eu não sei se é verdade
Se foi fato
Ou se foi falado
Não sei

Um coração quebrado
Um espírito carregado
O que posso fazer pra acabar com tudo isso?

Dizem que Deus nunca fecha uma porta
Sem antes abrir uma janela

Mas acho que o destino foi irônico 
E quando achei que estava numa "casa"
Na verdade havia caído num poço

A tal janela que Deus deveria abrir
Era na verdade a tampa do buraco
E essa foi selada pelo diabo.

Poço das preces.


Que o tempo não te segure
E que eu não te prenda
Que eu não crie a expectativa
De te sonhar e não lhe ter

Que eu não me fruste 
Por não ter alcançado
Mas que eu tenha pensado
Que sofri
E aprendi

Que o nosso amor seja livre
Que sejamos então
livres juntos

Porque dessa vida 
Eu não levo nada
Só aquela poesia inventada
Que num entardecer
Eu fiz pra ti

Dom que nasce e não se aprende.


Da onde que falaram
Que os poetas estudaram 
Pra poder poetizar?

Tudo se parece mas não condiz com o mesmo...


Me dê a mão
Não chame o meu amor de prisão
Mas tens razão
O que eu tenho já não se parece com um coração...

Mas então,  meu bem
o que existe entre o desejo e o não-poder?
Entre o ir e o vir?

Nós ficamos no meio
O 8 ou o 80 já não existe mais
O meu amor não é prisão
E o teu amor não é um cais
Aportei a onde então
Se não na ilusão?

Nós buscamos independência.


A beleza de ser quem tu é
Mudando o universo com a força da fé

Andando sempre em frente
Com o coração quente
Com uma força latente
Que brota e florece ...

{{Aquece}}

E desconhece
As tristezas desse mundo

Troca justa.


Eu dava tudo aah...
Até o meu violão
Eu dava tudo aah...
Pra visitar teu coração.

Teu jeito muda com a hora.


Sentimentos parecem inexistentes  
Ao nascer do Sol...

Veja bem
de manhã
o ruim
és Tu!

sábado, 21 de setembro de 2013

Amor de letra e não de ação.


Diz que minhas palavras
Não condizem com minhas ações

Mas as vezes parece
Que você esquece

Que meu amor é poético
E não prático.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Metáfora do " Corte & Costura".

O coração já virou um remendo
de tanto costurar amor.

Nota explicativa sobre o ato de "partir".


A dor da partida
É como esperança perdida
De quem antes sorriu

A dor da partida 
É como ferida
Que cicatriza e não cura

A dor da partida 
É como batalha  sofrida
Travada por quem resolveu mudar

[A dor da partida...]

É parte da dor
De toda uma vida

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dizem que de 7 em 7 anos, a gente muda...


Uma mudança atípica
Tornou-se relativa
Ao sentido de escolha
Que reina sobre nós

A quietude é lembrada
Por quem vê de fora
Aquele que só observa

Mas todos vivemos
Ao invés de só existirmos 
Vivemos de livre-arbítrio 
Óh glória
Glória que revigora
A vontade de luta
Por aquilo que é nosso

domingo, 15 de setembro de 2013

Poeta de que, pra quê?


Quis ser poeta
Pra nomear o que sinto
Se penso
Logo existo

É complexo
Mas é meu
É eu..

Tudo é real
É físico
Tens força total
"eu-lírico"

Seria metódico
Ou improvável
No sentido conotativo
Não existe substantivo 
Que se torne mais explicativo
Que o ato de amar...

O encostar do seu dedo na minha pele.


Que o nosso toque
se desdobre
se desfoque
se desenrole

Tarde fria
Coração quente
Você me amaria mais
Caso de manhã, na sua escova
Já encontrasse a pasta de dente?

O convite da felicidade foi dado
Com o tempo ficou calado
Sentimento abstrato
Que abstrai
E transmuta...

Teu toque
Quente e profundo
Acalma
Trás calma pra alma
E alimenta minha esperança...

Teu toque enérgico
Que já me parece familiar
Como quebra-cabeça
No nosso abraço
Nossos braços
Já sabem seu lugar.

Me tens
E lhe tenho

Livremente
Liberté

Ordem sincrônica natural.


A partilha do bem comum
Somada ao desejo de viver
Viver o delírio
A loucura
De alma
De corpo
Dos dois

Unificação majestosa e esplêndida do universo
Pertencemos a um céu
Temos nosso lugar ao Sol
Somos livres do pecado do "não-arrisque" 

Somos humanos
Somos irmãos
 E com plena gratidão
Exibimos tal expansão 
De uma percepção já aflorada...

sábado, 14 de setembro de 2013

Teu olho castanho.


Seus olhos castanhos
Já não me parecem estranhos
Penso neles e penso em sonhos

Te quebrei um galho
Ou  coração?

Teus olhos, aah...

Teus olhos me remetem a solidão.

Roteiro de quem já amou.


Fui autossuficiente
De nada mais precisei
Mas eu estava ciente
De que um dia tudo poderia retornar

Quando menos esperei
Sentimentos passados resgatei
Num novo mar de emoções
Eu mergulhei
Nadei...

Novamente, sim...

        [Eu amei]

O parto das ideias

A consciência 
Parece ja não ter ciência
Das novas percepções que me arrebatam

Uma nova vida
Uma nova chance
De transformar 
As loucuras que eu mesmo criei

Na minha mente as coisas passavam
E giravam
Com o corpo já alterado
Eu dizia:
"apenas mais um gole"

Fui arrebatado por mim mesmo
Não reconheci meu sub-consciente
Que gritava
Almejando atenção

Não consegui entende-la
Eu era jovem demais
Procurando um cais
Um lugar melhor pra se viver

É verdade o que dizem
Sobre o inferno
E a Terra...

É... O inferno é aqui.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Mantra da água...


Oushadhin Jahnavi Toyam
Vaidyo Narayana Harihi.

A água tocada pelo espírito de Deus
é o melhor remédio,
Porque Deus é o melhor remédio

OM

Des-rimando



 Eu vivo o meu delírio
Pra alguns eu  sou mais "um"
Pra outros eu sou "eu"

Os problemas de inércia
A mim? Não afeta...
Só recupera tudo o que passou

Um sorriso singelo
Num céu amarelo
É tão refrescante
Quanto água no calor

Eu vivo a loucura
De escrever um poema
E a rima não rima
porém..
 Foda-se  

O importante é o que sinto
Em momentos desiguais
Como esse ou como qualquer outro...


Poética do rio.

 
        O rio
        Alcança seu objetivo
        Porque tem como incentivo
        Aprender a contornar
     
        E esperar...

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Poesia

 
  Significado de poesia: 
 
    s.f. Arte de fazer versos.
    Cada gênero poético
    Obra em verso, poema
    Característica do que toca, eleva, encanta. Forma especial de linguagem, mais dirigida à imaginação e a sensibilidade do que ao raciocínio. Em vez de comunicar principalmente informações, a poesia transmite principalmente emoções.

   Sinônimos de poesia:
   
   Sinônimo de poesia: trova e verso.

   Definição de poesia:

  Classe gramatical de poesia: Substantivo feminino.
  Separação silábica de poesia: po-e-si-a.
  Plural de poesia: poesias.

Poética de amor livre.

 Com amor
 E sem pudor
 Vivendo com apreço
 Cada momento
 Desse sentimento
 Que mesmo grande
 É livre
 Caloroso
 E não gélido

Novo tempo a cada dia

    Jamais podemos esquecer
    Que sempre, independente de qualquer cisrcunstância
    Sempre é tempo de recomeçar...
    Estamos livres
    Tu sempre fostes
    Mas e eu?
    Eu estava com pensamentos absurdos
    Idealizando compromissos inexistentes.
    Parecia, mas nada era inconsequente
    Era somente
    Uma vontade ardente
    De te amar...
    Mas se já passou
    E um outro dia amanhaceu
    Então porque novamente não escolhemos nos entregar?
    Deve ser mais fácil
    Do que simplesmente
    ... aceitar ...